09 fevereiro, 2014

Fazia um bom tempo que não se falava de outra coisa além do livro "A culpa é das estrelas", fiquei bem curiosa pra saber o que de tão incrível havia naquele livro. Foi então que minha querida irmã me deu de presente, e então, finalmente comecei a lê-lo. Quando terminei de ler fiquei imaginando o que iria querer dizer sobre ele, escrever uma resenha sobre o "A Culpa é das Estrelas", de um jeito bem simples que todos poderiam entender. A verdade é que não sei exatamente como descrever uma história tão linda, capaz de fazer até a pessoa mais durona do mundo chorar.
A história de Hazel Grace e Augustus Waters tem sido um sucesso em todo o mundo. Porque não é um romance adolescente clichê, é algo que poderia realmente ter acontecido, afinal todos nós estamos sujeitos a morte, e finais felizes são praticamente impossíveis no mundo de hoje, nem todos são responsáveis por seus próprios sofrimentos, apenas tiveram muito, muito azar.
Hazel Grace (ou só Hazel), era uma adolescente diagnosticada com câncer terminal há 3 anos, toma alguns remédios que lhe dão mais alguns anos de vida. Ela já havia se conformado com seu destino, então se fechou para o mundo, tentando não ferir e nem magoar ninguém. Se tivesse como ela pouparia até seus pais disso tudo, mais não dava, então ela seguia sua vida carregando um cilindro de oxigênio por ai.
Até que ela conhece Gus (ou Augustus Waters), lindo, corpo atlético, sempre bem humorado e sarcástico. Gus tem sua própria cota de sofrimento, tendo perdido uma perna por conta do câncer. Ele é amigo de Isaac, um menino cego com quem Hazel dividia suspiros irônicos durantes as reuniões. Claro que daí surge todas aquelas cenas perfeitas de romance, nos quais nós meninas, sonhamos todos os dias. 
Os dois viajam até Amsterdã a procura de Peter Van Houten (que aliás era um bêbado cretino), escritor  do livro preferido da Hazel "Uma aflição imperial",  para descorbrir o que acontece no final da história com os personagens não tão importantes assim. Essa viagem só serve para os aproximar ainda mais. Então Gus é surpreendido pela volta do seu câncer, mais forte do que nunca, e é aí que a gente não consegue parar de chorar.


A história é cheia de reviravoltas, eu seria bem cretina se contasse muitos detalhes, mais o que posso dizer é que jamais li uma história tão linda, com cenários perfeitos, que nos fazem viajar por horas, encontros emocionantes, frases nada clichês e um casal nada convencional.
A verdade é que John Green, escreveu algo no qual todos nós sonhamos, uma amor intenso, algo no qual não dê para esquecer, com alguém que valha a pena lutar, alguém que valha a pena ficar até o fim.
Augustus e Hazel se apaixonaram, se entregaram gradativamente a esse sentimento, lutaram contra sua doença e seus demônios, permaneceram ali, um do lado do outro, um bom tempo sem perder o bom humor e desmoronaram em lágrimas aos seus momentos.
Acreditem, vocês vão imaginar um final, e terão outro. O livro simplesmente me surpreendeu, me deixando sem palavras, até que eu chorei, porque não tem como não se emocionar.
Se você ama romances, histórias com um bom toque de humor e um bom drama emocional, esse é seu tipo de livro. Eu recomendaria até para quem não gosta desse gênero, sem exageros, o livro é muito bom e merece todo esse sucesso alcançado.
No final das contas, sabia que aconteceria, isso precisava ser feito. Pacientes terminais morrem. É a vida. É a crueldade do destino. A culpa das estrelas.

Ariane

Um comentário:

Pesquise

Ariane Rodrigues, 18 anos,canceriana, romântica nata, curiosa, confusa, intrigante e cheia de irônias. Louca pela família e amigos .Futura jornalista, ama ler, ouvir músicas do tipo que acalmam a alma. Apaixonada por moda e pela Demi Lovato ♥.

  

Facebook

Seguidores

Marcadores

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

Tradutor